Relógio Humano

quinta-feira, 13 de outubro de 2022

Bandidos recebem Lula no Morro do Alemão no Rio de Janeiro.

 Usando boné do tráfico local no complexo do alemão o Lula desfilou  e teve o apoio  dos bandidos
Lula subiu tranquilão no Alemão.
A polícia não sobe

*É meus amigos. Estamos próximos de decidir o futuro do Brasil. Liberdade e segurança ou comunismo e bandidolatria.*

quarta-feira, 12 de outubro de 2022

Comercialização de carne moída terá novas regras a partir de novembro


Comercialização de carne moída terá novas regras a partir de novembro
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A venda de carne moída por frigoríficos terá novas normas a partir de 1º de novembro. De acordo com portaria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a medida é direcionada para estabelecimentos e indústrias produtores de carne moída que sejam registrados junto ao Serviço de Inspeção Federal (SIF) e ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA).

Segundo a pasta, a medida tem objetivo de modernizar processos produtivos e procedimentos industriais. O novo regulamento visa assegurar a segurança dos produtos, além de dar mais transparência aos consumidores. Os estabelecimentos terão prazo de um ano para se adequar às condições previstas na portaria. A medida não se aplica aos supermercados e açougues que vendem direto ao consumidor.

Novas regras

A carne moída deverá ser embalada imediatamente após a moagem, devendo cada pacote do produto ter peso máximo de 1 quilo. Não é permitida a obtenção de carne moída a partir de moagem de carnes oriundas da raspagem de ossos ou obtidas de quaisquer outros processos de separação mecânica dos ossos.

TBN

Afinal, Helder exonerou filha de pastor evangélico do governo por retaliação ou episódio não passa de marola política.

Nem o governador Helder Barbalho, nem o pastor Josué Bengtson fizeram declarações públicas sobre o caso envolvendo filha de pastor da Igreja Quadrangular. Assunto explode nas redes sociais e vira tema de debate em todas as rodas/


Fotos: Divulgação.

Tem alguma coisa muito estranha nessas informações dando conta de que a exoneração de Sarah Queiroz, filha do pastor e ex-vereador Paulo Queiroz, da Igreja Quadrangular, teria sido retaliação do governador Helder Barbalho diante do apoio à campanha de reeleição do presidente Bolsonaro anunciado pelo pastor Josué Bengtson, da mesma Igreja. Ou pelo fato de Patrícia Queiroz, irmã de Sarah, ter feito sala para a ex-ministra de Bolsonaro e senadora eleita por Brasília, Damares Alves, em visita a Belém nesta semana. Observadores da cena estão divididos, sugerem que há pontas soltas no episódio e o assunto vira polêmica.

Retaliação tardia?

Bem antes das eleições, o pastor Josué Bengtson declarou que conduziria suas ovelhas para votar em Bolsonaro para presidente e Helder para governador. Portanto, reforçar esse apoio agora, embora as circunstâncias sejam outras – uma vez que Helder já está reeleito -, não sustentaria, em tese, a suposta retaliação do governador que, apesar de tudo, prefere manter a pacificação da base e dos apoiadores.

De outra parte, a portaria de exoneração da filha do pastor Paulo Queiroz do Cerimonial, lotada no Gabinete do Governador, data do último dia 7, antes da declaração de apoio a Bolsonaro feita pelo pastor Josué Bengtson e da visita de Damares Alves, ocorridas nesta semana.

Candidata a vice

Uma coisa é certa: Patrícia Queiroz, primeira filha do Pastor Paulo Queiroz, foi candidata a vice-prefeita na chapa de José Priante nas últimas eleições. Reaparecer no cenário político assim, de uma hora para outra, na mesma semana em que sua irmã Sarah é exonerada do governo parece uma coincidência improvável, embora possível, principalmente porque passou a integrar o PSC, partido do candidato derrotado ao governo nas últimas eleições, senador Zequinha Marinho.

Mudanças inevitáveis

Outra coisa certa: embora sem indicativos de que fará mudanças significativas no secretariado, é certo que o governador eleito Helder Barbalho fará mudanças na máquina, até mesmo para enxugar o funcionalismo DAS, acomodar aliados que perderam vaga no Legislativo e negociar cargos com novos eleitos. O senador eleito Beto Faro, por exemplo, tem lá seus quereres, tanto quanto a mulher dele, eleita deputada federal, Dilvanda Faro. É claro que, além dos pastores aliados, outros haverão de perder nessas mudanças. É o jogo político.  

Por Olavo Dutra