Relógio Humano

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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Estado e UFPA firmam parceria para monitorar Aterro Sanitário



O Governo do Pará, representado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), anunciou nesta terça-feira (18) o contrato firmado com a Universidade Federal do Pará (UFPA), já publicado no Diário Oficial do Estado, para prestação de serviços de estudo, avaliação e identificação de possíveis áreas contaminadas, geradoras de passivos ambientais, a serem executados no âmbito da Central de Processamento e Tratamento de Resíduos Urbanos, em Marituba, município da Região Metropolitana de Belém.
“A Universidade Federal do Pará fará pesquisas, principalmente de investigação ambiental. O objetivo é verificar se há uma contaminação ou exposição das pessoas à contaminação. Enfim, será feito um monitoramento”, informou o secretário de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Luiz Fernandes Rocha, durante a reunião realizada hoje com representantes de comunidades do entorno do Aterro Sanitário de Marituba.
A reunião, solicitada pelos moradores, foi realizada no auditório do Instituto de Ensino de Segurança Pública do Pará (Iesp). Além de Luiz Fernandes Rocha, participaram o secretário de Estado de Saúde Pública, Vítor Mateus, e representantes de outros órgãos públicos.
O trabalho subsidiará um novo modelo de destinação dos resíduos sólidos que substituirá o atual Aterro Sanitário, responsável pelo tratamento dos resíduos oriundos da Região Metropolitana de Belém. O titular da Semas garantiu que o Estado está se empenhando para gerenciar a situação, e reiterou que o Aterro será desativado o mais breve possível.
Modelo técnico - Nesse contexto, um estudo de viabilidade técnica será imprescindível. “Por meio deste estudo, a Universidade vai orientar tecnicamente o caminho que o governo deve tomar e, consequentemente, assumir o compromisso de encerrar o Aterro Sanitário de Marituba. Este estudo, além de fazer a correção do atual aterro, vai determinar qual é o modelo que o governo do Estado tem que seguir”, enfatizou Luiz Fernandes.
Um dos responsáveis pelo estudo, avaliação e proposição técnica de projeto de controle da disposição dos resíduos sólidos será o professor Mário Russo, especialista em Plano Estratégico para Resíduos, que integra a equipe da UFPA. Natural de Portugal, Mário Russo foi vice-presidente da Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária e Ambiental (Apesb) e coordenador do Grupo de Resíduos da Apesb (Grapesb), tendo sido representante de Portugal na International Solid Waste Association (ISWA), associação do setor dos resíduos, parceira da Organização das Nações Unidas (ONU) na área de resíduos e alterações climáticas.
“O objetivo do trabalho é encontrar um diagnóstico preciso. Nós não podemos trabalhar com palpites. Temos que ter uma análise concreta. Vamos analisar o que está acontecendo, estudar o projeto e as operações até encontrarmos todas as anormalidades do empreendimento”, garantiu Mário Russo. De acordo com ele, o Aterro não está sendo operado de forma correta. Portanto, são necessárias ações imediatas. “Não é chegar e dizer: nós vamos trabalhar e, ao fim de seis meses, vamos fazer o diagnóstico. A ideia não é essa. A ideia é, conforme as equipes estejam trabalhando, as medidas sejam implementadas. Vamos propor e fiscalizar”, ressaltou o professor.
Catadora de materiais recicláveis, Nádia da Luz participou da reunião e aprovou o direcionamento dado à questão. “O resultado aqui foi muito bom, porque a gente está incluído no processo. É importante os professores que têm toda essa teoria pegar conosco a prática que já temos. Então, o que eles estão fazendo agora está sendo excelente”, afirmou.
Representante do fórum permanente que pede a saída do Aterro Sanitário de Marituba, Hélio Oliveira também participou ativamente do encontro. “Nós queríamos ouvir o Estado e a Universidade Federal do Pará sobre aquilo que eles estão fazendo de melhoria no local. O governo já apresentou uma comissão pra buscar o estudo de outra área. Esperamos que o governo, junto com essa comissão e com a intervenção, consiga dar um resultado positivo”, ressaltou.
Colegiado - A parceria entre governo e a instituição de ensino superior visa unir forças junto com os profissionais do colegiado que está gerenciando o empreendimento, agregando especialistas da área para corrigir problemas que vêm sendo identificados pelo órgão ambiental no funcionamento do Aterro Sanitário.
Nomeado no final de abril pela justiça, o colegiado tem três interventores. Um deles, Wagner Almeida, mostrou os recentes avanços, como a cobertura dos resíduos expostos, lagoas de acúmulo de chorume, diminuição da frente de descarte de lixo, início da impermeabilização do Aterro com manta sintética, verificação de obras corretivas, e alguns dos resultados observados desde o começo do trabalho dos interventores.
A intervenção foi feita para que as obras necessárias ao empreendimento fossem realizadas, e para corrigir as inconformidades encontradas pela Semas no funcionamento do Aterro. O trabalho é constante, até que as outras situações identificadas, como o chorume acumulado em lagoas adicionais e o forte odor, sejam resolvidos. Fiscalizações diárias também são realizadas por técnicos da Semas. Todos os relatórios estão disponíveis no site da Secretaria - https://www.semas.pa.gov.br/.
Por Nilson Cortinhas

domingo, 30 de abril de 2017

Semas apresenta plano emergencial que atenderá Marituba


29/04/2017 12:28h
Nesta sexta-feira, 28, o titular da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), que acompanha a situação das comunidades que vivem no entorno do aterro sanitário de Marituba, na Região Metropolitana de Belém, Luiz Fernandes Rocha, acompanhado do professor Dr. Mário Russo, especialista em saneamento, além do prefeito de Marituba, Mário Filho, reuniram-se com 10 representantes das comunidades, para explicar detalhadamente o plano emergencial que objetiva sanar os problemas de salubridade ambiental e saúde pública, que têm sido motivo de manifestações da população.
Fiscalizações diárias realizadas por técnicos da Semas mostraram que as empresas Guamá Tratamentos de Resíduos Ltda. (Revita), Revita Engenharia S/A, Vega Valorização de Resíduos S/A e Solvi Participações S/A, descumpriram as exigências feitas pelo Estado, não solucionando problemas urgentes, como aterros com grande quantidade de resíduos expostos, forte odor exalando para as comunidades vizinhas, acúmulo e vazamento de chorume, e dificuldade de acesso para caminhões e veículos leves, devido à falta de manutenção.
Na oportunidade, Luiz Fernandes reiterou que a Secretaria de Meio Ambiente realiza fiscalizações diárias, objetivando o cumprimento das medidas emergenciais exigidas pelo governo. “Estamos no local todos os dias, inclusive sábado e domingo, para analisar se as providências estão sendo tomadas".
Na ocasião, foi ressaltado que a execução das medidas está sendo coordenada pelos interventores indicados pelo Governo do Pará e que formam o colegiado responsável pela cogestão das empresas que gerenciam o aterro sanitário.
Dois dos três interventores participaram da reunião e também se apresentaram aos representantes da comunidade. O colegiado, formado por Wagner Luís Moreira Cardoso, engenheiro ambiental e de segurança do trabalho; Marcos Antônio de Queiroz Lemos, delegado de Polícia Civil do Pará, com atuação na Divisão Especializada em Meio Ambiente (Dema), e a técnica Maria do Socorro Vasconcelos Colares, graduada em Ciências Contábeis, foi homologado pela juíza Aldinéia Maria Martins Barros, da 1ª Vara Cível e Empresarial de Marituba na quinta-feira, 27, com poderes de gestão, gerenciais e financeiros sobre a es empresas que detém a licença de operação do aterro.
O prefeito de Marituba, Mário Filho, considerou que o andamento dos trabalhos tende a solucionar os problemas da área. "Nós estamos concentrando esforços e realizando um trabalho em conjunto".
Professor
Natural de Portugal, Mário Russo esteve em Belém para debater com gestores sobre um Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos, área em que é especialista. Ele visitou as instalações do aterro sanitário de Marituba, e vai detalhar o que considera essencial para que o plano de contingência tenha êxito.
Mário Russo foi vice-presidente da Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária e Ambiental (Apesb) e coordenador do Grapesb, Grupo de Resíduos da Apesb, tendo sido representante de Portugal na International Solid Waste Association (ISWA), importante associação do setor dos resíduos, parceira da Organização das Nações Unidas na área dos resíduos e das Alterações Climáticas.
Por Nilson Cortinhas

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Colegiado indicado pelo Estado começa a trabalhar em Marituba


27/04/2017 19:13h
Com três interventores indicados pelo Governo do Pará, o colegiado responsável pela cogestão das empresas que gerenciam o aterro sanitário instalado no município de Marituba, na Região Metropolitana de Belém, foi homologado pela juíza Aldinéia Maria Martins Barros, da 1ª Vara Cível e Empresarial de Marituba nesta quinta-feira (27). Na semana passada, o Governo do Pará, por meio da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), ingressou com uma Ação Civil Pública na Vara da Fazenda Pública da Comarca do Município de Marituba contra as empresas Guamá Tratamentos de Resíduos Ltda. (Revita), Revita Engenharia S/A, Vega Valorização de Resíduos S/A e Solvi Participações S/A.
Na Ação, o governo estadual pediu a designação de um administrador judicial para participar do gerenciamento do aterro sanitário. Foram identificados problemas de salubridade ambiental e saúde pública, que têm sido motivo de manifestações da população que vive no entorno.
Segundo informações da PGE, fiscalizações diárias realizadas por técnicos da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) mostraram que as empresas descumpriram as exigências feitas pelo Estado, não resolvendo problemas urgentes, como aterros com grande quantidade de resíduos expostos, forte odor exalando para as comunidades vizinhas, acúmulo e vazamento de chorume, e dificuldade de acesso para caminhões e veículos leves, devido à falta de manutenção.
Trabalho imediato - Na tarde desta quinta-feira, o trabalho foi iniciado logo após um oficial de Justiça comunicar aos gestores das empresas sobre a intervenção. O colegiado trabalhará diariamente no aterro sanitário, em uma estrutura montada pelo governo Estado.
O colegiado é formado por Wagner Luís Moreira Cardoso, engenheiro ambiental e de segurança do trabalho; Marcos Antônio de Queiroz Lemos, delegado de Polícia Civil do Pará, com atuação na Divisão Especializada em Meio Ambiente (Dema), e a técnica Maria do Socorro Vasconcelos Colares, graduada em Ciências Contábeis.
Wagner Cardoso ressaltou que a equipe atenderá as medidas corretivas e preventivas apontadas pela Semas para a solução dos problemas detectados, como a análise das condicionantes da Licença de Instalação, análise das condicionantes da Licença de Operação e análise das notificações enviadas pela Semas à empresa, impondo multa diária pelo descumprimento das medidas determinadas pela Secretaria.
“A comissão fará a intervenção de maneira a identificar todos os pontos que estão em atraso pela empresa. São as notificações que precisam ser adequadas. Faremos uma cogestão, por meio de planejamento e plano de ação. Dessa forma, iremos verificar e relatar à Semas, como resposta da comissão de intervenção”, informou Wagner Cardoso. Segundo ele, o trabalho visa eliminar os transtornos causados à população e recuperar a qualidade ambiental do espaço.
Rotina - Marcos Lemos explicou a rotina do colegiado: “É importantíssimo que tenhamos uma destinação e um tratamento adequado para os resíduos sólidos. Portanto, o nosso local de trabalho será no aterro sanitário. Estaremos diariamente aqui, trabalhando em conjunto com a Semas e com as empresas responsáveis pela gestão do aterro, conforme determinação judicial que recebemos”.
Maria do Socorro Colares frisou que é prioritária a análise dos contratos da empresa, a fim de identificar rapidamente as necessidades, como o número de funcionários e os equipamentos disponíveis. “Iremos atuar para buscar soluções conjuntas com a empresa, afinal é uma cogestão. Estamos representando a população, e é o momento de solucionarmos a questão o mais rápido possível”, acrescentou.
Cláudio Lima, secretário adjunto da Semas, enfatizou que a Secretaria manterá a fiscalização diária. “Também atuaremos para auxiliar a equipe de interventores no trabalho determinado pela Justiça. As empresas responsáveis pelo aterro continuarão operando, mas sob ordem dos interventores”, disse o secretário adjunto.
Por Nilson Cortinhas

terça-feira, 25 de abril de 2017

Ações do Estado nas comunidades impactadas pelo aterro sanitário começam nesta terça


24/04/2017 21:26h
Na manhã desta terça-feira, 25, uma equipe formada por técnicos de cinco secretarias estaduais estará no município de Marituba, na Região Metropolitana de Belém, para o início da execução do plano que levará ações integradas em saúde, assistência social e direitos humanos às seis localidades mais impactadas pelo aterro sanitário instalado no município: Santa Clara, Pato Macho, Uriboca, São João, Decouville e Terra do Meio.
O Governo do Estado reforçou a parceria com a Prefeitura Municipal de Marituba para o início dos trabalhos em uma reunião na tarde desta segunda-feira, 24, com o prefeito Mário Filho. Nesta terça-feira também serão conhecidos os nomes dos três interventores que irão atuar de forma direta na administração do local, na modalidade de co-gestão, exercida por um colegiado de três técnicos indicados pelo Governo do Pará. O colegiado terá amplos poderes de gestão, gerenciais e financeiros sobre a empresa Guamá Tratamentos de Resíduos Ltda. (Revita), que detém a licença de operação do aterro.
O prefeito Mário Filho explicou que nas seis comunidades impactadas moram aproximadamente 40 mil habitantes. Ele explicou que a integração entre a Prefeitura e o Governo do Estado é fundamental para o atendimento das áreas atingidas. Ele explica também que a prefeitura já possui o levantamento das demandas da população. “O cruzamento destes dados com a ação do Governo irá alicerçar os trabalhos para a resolução dos problemas causados pela má gestão do aterro sanitário”, destacou.
Mário filho esclareceu que se comparado o atendimento de saúde realizado no município de março de 2016 ao mesmo mês deste ano, se percebe um crescimento de três mil atendimentos realizados a mais. A Secretaria de Estado de Sáude Pública (Sespa) também realizou desde março, cinco mil atendimentos nos locais impactados pelo aterro.
O titular da Sespa, Vitor Matheus, informou que ações especializadas, que são de responsabilidade do Governo do Estado, precisarão de suporte da atenção básica, que é de responsabilidade do município, por isso a importância da atuação integrada. “Junto com a prefeitura vamos montar uma rede de assistência à saúde para melhor atender esta população”.
As Secretarias de Estado de Saúde Pública; de Educação; de Assistência Social, Trabalho Emprego e Renda e de Meio Ambiente, além da Fundação Pro Paz, irão montar, a partir desta terça-feira, 25, uma base que ficará em um imóvel oferecido pela prefeitura.
A base vai funcionar de segunda a sábado, das 8h às 18h, com prestação de serviços não ofertados pelo município e a coordenação de outros prestados pela administração de Marituba. No local serão desenvolvidas ações de cidadania, de saúde (com a realização de exames especializados), trabalho, emprego e renda (na área de qualificação) e também nas áreas de esporte, cultura e lazer.
Intervenção
A divulgação dos nomes dos três interventores no aterro sanitário depende da homologação da juíza Aldinéia Maria Martins Barros, que responde pela 1ª Vara Cível e Empresarial de Marituba, que concedeu a liminar definindo a intervenção do Estado na empresa.
Uma sala será montada no local para os interventores e equipe técnica. “Eles irão para dentro do aterro sanitário para fazer cumprir as determinantes e requisitos do licenciamento ambiental fornecido pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente”, explicou o secretário adjunto de Meio Ambiente, Claúdio Lima. Ele também explica que a empresa irá continuar na gestão do empreendimento, porém com a intervenção do Estado.
Por Márcio Flexa

sábado, 25 de março de 2017

Governo e prefeituras discutem soluções para problemas com aterro sanitário


23/03/2017 22:28h
O governador Simão Jatene se reuniu com os prefeitos de Belém, Zenaldo Coutinho; Ananindeua, Manoel Pioneiro, e Marituba, Mário Filho, para discutir e analisar possíveis soluções para os problemas enfrentados pela população com o aterro sanitário localizado no município de Marituba, na região metropolitana da capital. O encontro foi na noite desta quinta-feira (23), no Palácio do Governo, em Belém, e contou com a presença do secretário de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Luiz Fernandes Rocha.
Pela manhã, o governador esteve no local, acompanhado do titular da Semas. Na oportunidade, Luiz Fernandes apresentou as medidas emergenciais exigidas pelo governo e que deverão ser colocadas em prática pela Guamá Tratamento de Resíduos, empresa responsável pela gestão do espaço. Na última quarta-feira (22), em coletiva, representantes da Semas apresentaram detalhes sobre a notificação aplicada, que estabelece prazos para regularização do aterro.
Os prazos foram estipulados por técnicos em meio ambiente que conhecem a possibilidade real de operação. Entre as medidas e prazos estabelecidos estão: 15 dias para instalação de sistema de drenagem pluvial definitivo, 30 dias para que seja feita a cobertura definitiva dos resíduos expostos; e, no mesmo prazo, cobertura da lagoa de chorume que está descoberta; 20 dias para apresentar tecnologia destinada a amenizar o odor, e 10 dias para apresentar plano de investigação ambiental para constatar possíveis irregularidades, como contaminação de solo ou corpo hídrico; entre outros.
O Governo do Estado se mostrou preocupado com a situação e sinalizou apoio às prefeituras para que essa articulação seja feita de forma conjunta sem danos para o meio ambiente e para a comunidade local. “Vamos acompanhar diariamente e mediante a produção de relatório se as providências estão sendo tomadas. Esse monitoramento será permanente, contínuo”, afirmou Luiz Fernandes.
Fiscalização e multa - O aterro sanitário de Marituba é alvo de constantes ações de fiscalização da Semas. Durante as vistorias ao espaço, técnicos da equipe de licenciamento do órgão ambiental detectaram falhas operacionais e iniciaram as notificações. Somente nos primeiros meses deste ano foram aplicados 14 autos de infração, número igual ao registrado em todo o ano de 2016. Do total, cinco foram apuradas e tiveram lavradas as multas que, juntas, totalizam cerca de 150 mil reais. Os demais documentos estão em avaliação jurídica para verificação de valores.
Caso as medidas estabelecidas não sejam cumpridas, a empresa deverá pagar multa diária de 100.000 UPF's (Unidades de Padrão Fiscal), o que equivale a aproximadamente 320 mil reais por dia, além de autuações por infração continuada. 
Por Lidiane Sousa