Relógio Humano

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sábado, 8 de julho de 2017

TEMER NÃO ACREDITA EM TRAIÇÃO DE RODRIGO MAIA

PRESIDENTE DIZ CONFIAR 'TOTALMENTE' NA ALIANÇA COM RODRIGO MAIA



PRESIDENTE DIZ CONFIAR "TOTALMENTE" NA ALIANÇA COM RODRIGO MAIA
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 O presidente Michel Temer não acredita que o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara e primeiro na linha sucessória, esteja tramando contra ele. “Confio totalmente no Rodrigo”, disse Temer a interlocutores, por telefone. Maia não desmentiu a informação desta coluna de que ele ainda não articula pela admissibilidade da denúncia da Procuradoria-Geral da República, mas torce contra o presidente. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Rodrigo Maia tem se reunido com bancos e investidores para tentar demonstrar que está maduro para suceder a Temer, se necessário.

Aos banqueiros, Maia sinaliza que Henrique Meirelles seria mantido e que seu pai, César Maia, não vai dar palpites na política econômica.

Com a viagem de Temer ao G-20, na Alemanha, Rodrigo Maia saiu do Brasil para não assumir o Planalto e ter de agir em favor do presidente.

Deputados leais a Temer, que acompanharam Rodrigo Maia na viagem a Buenos Aires, garantem que não há conspiração contra o presidente.

Fonte:Diário do Poder 

sexta-feira, 7 de julho de 2017

PRIMEIRO NA LINHA SUCESSÓRIA DE TEMER, RODRIGO MAIA É ALVO DE INVESTIGAÇÕES NO STF

SOMENTE COM BASE NAS DELAÇÕES DA ODEBRECHT, DOIS INQUÉRITOS TRAMITAM NO SUPREMO


MAIA PODE ASSUMIR A PRESIDÊNCIA SE TEMER NÃO RESISTIR À PRESSÃO POLÍTICA


 O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), primeiro na linha sucessória de Michel Temer (PMDB-SP), também é alvo de inquéritos no Supremo Tribunal Federal. Recaem sobre ele citações de delatores da Odebrecht sobre repasses, via caixa dois, nas eleições de 2008, 2010 e 2012. O valor total dado pela empreiteira,  às margens da lei eleitoral, é de R$ 1 milhão, segundo relataram os colaboradores à Procuradoria-Geral da República. Nas planilhas do departamento de propinas da Odebrecht, Maia era identificado por ‘Botafogo’, time pelo qual torce. Somente com base nas delações da empreiteira, dois inquéritos tramitam no Supremo.
Relatório da Polícia Federal também chegou a apontar,supostas propinas de R$ 1 milhão da OAS ao parlamentar, em 2013.

Maia pode assumir a Presidência se Temer não resistir à pressão política que sofre desde que a Procuradoria-Geral da República o denunciou pelo crime de corrupção passiva no caso JBS.

Em um inquérito, o presidente da Câmara é citado como integrante de um grupo de deputados que teria ajudado, em troca de doações não contabilizadas, a Braskem com alterações no texto da Medida Provisória 613/2013, que tratava de benefícios fiscais a produtores de etanol por meio da redução de PIS/Pasep e Cofins.

O delator Cláudio Melo filho, que era funcionário do Setor de Operações Estruturadas, o ‘departamento de propinas’ da Odebrecht, relatou que o lobby da empreiteira pela iniciativa envolveu a abertura de um caixa de R$ 7 milhões para os senadores e deputados que se comprometessem a colaborar com os anseios do grupo.

Segundo o inquérito, teriam sido beneficiados os senadores Romero Jucá (PMDB-RR), com quem teria sido feito o primeiro contato da empreiteira sobre o tema no Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), Eunício Oliveira (PMDB-CE), o então líder do DEM, Rodrigo Maia, e Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), irmão do ex-ministro do governo Temer, Geddel Vieira Lima, preso desde segunda-feira, 3, na Papuda.

Segundo Cláudio Melo Filho, o principal contato na Câmara era com Lúcio, mas, por relações pessoais de amizade, chegou a procurar Maia.

“Conhecia o deputado e sabia que se eu pedisse a ele ele olharia com carinho”, afirmou.

Melo Filho, da Odebrecht, afirmou que, apesar de não ter recebido a ajuda esperada do deputado, recebeu uma solicitação. “Ele perguntou: ‘Cláudio, tem como ajudar?’ Ele tinha sido candidato em 2012 e ficou um resto de campanha a pagar”.

A título da possível ajuda com a Medida Provisória que beneficiaria em especial a Braskem (empresa do setor petroquímico pertencente à Odebrecht), Maia teria recebido R$ 100 mil, em 2013, via caixa dois, sob o codinome de seu time do coração, o Botafogo.

Em outro inquérito contra o presidente da Câmara, o mesmo delator relatou ter indicado pagamentos de R$ 350 mil, em 2008, quando Maia se candidatou, sem sucesso, à Prefeitura do Rio de Janeiro, e R$ 600 milem 2010, em sua campanha a deputado federal.

No âmbito da Operação Lava Jato, a Polícia Federal chegou a identificar mensagens de celular entre Maia e o empreiteiro Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, que apontavam para supostas propinas de R$ 1 milhão ao deputado.

Segundo o inquérito da PF, em troca dos valores, o parlamentar teria defendido interesses da empreiteira no Congresso, entre 2013 e 2014, como na apresentação de emenda a uma Medida Provisória que definia regras para a aviação regional, em benefício da construtora. À época em que as investigações foram reveladas, o presidente da Câmara afirmou que elas eram ‘um absurdo’.
Fonte:(AE)
FOTO: FACEBOOK


RODRIGO MAIA SINALIZA AFASTAMENTO DE TEMER

DEPUTADO GOSTA CADA VEZ MAIS DA IDEIA DE SUBSTITUIR TEMER



VOTO SOBRE A DENÚNCIA AO MICROFONE INDICA "DESEMBARQUE" DA BASE


 O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, ainda não conspira contra Michel Temer, mas aquele aliado incondicional de todas as horas já cedeu lugar a um torcedor contra o presidente. Sua decisão de voto ao microfone, como pediu a oposição, sobre o recebimento da denúncia de Rodrigo Janot, foi interpretada como sinal do desembarque de Maia. “Só falta marcar a sessão para um domingo...”, ironizou um ministro. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Se Temer cair, Rodrigo Maia será presidente no mínimo por 30 dias. Com Temer destituído, poderá ser eleito pela via indireta.

A visita de Rodrigo Maia à ministra Cármen Lúcia (STF) foi interpretada também como um toque de desprestígio do presidente da República.

Um aliado faria votação eletrônica, na denúncia, mas Maia optou pela solução à Eduardo Cunha, que complicou Dilma no impeachment.

Trair e coçar é só começar: eleito presidente da Câmara pelo baixo clero, Maia será o fiel da balança na decisão sobre a sorte de Michel Temer.

Fonte:Diário do poder

segunda-feira, 29 de maio de 2017

CONTRA A CRISE, ALIADOS DE TEMER AVALIAM LICENÇA COMO PLANO B

LICENÇA POR 6 MESES PARA SE DEFENDER LEVARIA MAIA AO PLANALTO



 O presidente Michel Temer tem uma opção para tentar solucionar a crise, segundo segredaram políticos a ele ligados: licença temporária para se dedicar à defesa. A Constituição proíbe o afastamento do cargo por mais de 15 dias, exceto sob autorização do Congresso. A autorização pode ser feita, por exemplo, com Lei Complementar prevista na Constituição e até hoje não-regulamentada, que transfere temporariamente os poderes para o vice-presidente. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
No caso de licença, assumiria a presidência o deputado Rodrigo Maia, presidente da Câmara, caso isso venha a ser definido no plenário.

A licença temporária não configura “vacância do cargo”, dispensando a convocação de eleições indiretas, como prevê a Constituição.

Há resistência no governo à opção da licença de Temer: opositor das reformas, Fábio Ramalho (PMDB-MG) passaria a presidir a Câmara.

Entre 2005 e 2015, Ramalho foi do PV e integrou a base de apoio dos governos do PT. Entrou no PMDB em 2016, durante o governo Temer.

Fonte: Diário do Poder