Relógio Humano

Mostrando postagens com marcador Renan. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Renan. Mostrar todas as postagens

domingo, 30 de abril de 2017

SENADORES DISCUTEM, EM CONVERSAS RESERVADAS, SUBSTITUIR RENAN NA LIDERANÇA



ATITUDE CONTRÁRIA ÀS REFORMAS E A TEMER O AFASTA DA BANCADA


CADA DECLARAÇÃO CONTRA ÀS REFORMAS DISTANCIA RENAN DOS COELGAS
PUBLICIDADE

 Apesar dos desmentidos do amigo Romero Jucá (RR), os senadores do PMDB têm conversado sobre a destituição de Renan Calheiros (AL) da liderança da bancada. Ele se distancia dos colegas a cada ataque às reformas e ao governo, que quase todos apoiam no PMDB no Senado. A senadora Rose de Freitas (ES) até afirmou, em nome dos colegas, que as críticas refletem apenas a “posição pessoal” de Renan. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Para destituir Renan da liderança basta um ofício assinado por metade mais um dos senadores do PMDB apontando um novo líder.

Além de Jucá (só por enquanto), Renan conta na bancada apenas com um ou outro senador hostil ao governo, tipo Roberto Requião (PR).

Senadores do PMDB avaliam que a atuação de Renan como líder tem sido afetada por seu nervosismo pelas 13 investigações na Lava Jato.

Renan ainda não foi retirado do cargo para não parecer que o PMDB lhe puxa o tapete quando a Polícia Federal se aproxima da sua porta.

Fonte:Diário do Poder

quinta-feira, 16 de março de 2017

LAVA JATO

FACHIN MANDA CITAR RENAN POR DENÚNCIA DE PROPINA DE R$ 800 MIL

LÍDER DO PMDB NO SENADO TEM 15 DIAS PARA SE MANIFESTAR

DENÚNCIA FEITA POR RODRIGO JANOT APONTA QUE RENAN CALHEIROS TERIA RECEBIDO PROPINA DE R$ 800 MIL DO ESQUEMA DE CORRUPÇÃO NA PETROBRAS POR MEIO DE DOAÇÕES ELEITORAIS AO PMDB, EM 2010.

O ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, expediu nesta quarta-feira, 15, os mandados de citação para que o ex-presidente do Senado e líder do PMDB na Casa Renan Calheiros (AL), seu aliado, o deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE), e um executivo da empreiteira Serveng apresentem suas defesas na denúncia da Lava Jato contra eles.
A acusação foi apresentada ao Supremo em dezembro do ano passado pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot, que aponta que o peemedebista teria recebido propina de R$ 800 mil do esquema de corrupção na Petrobrás por meio de doações eleitorais ao PMDB, em 2010.

O prazo para os investigados apresentarem suas defesas formalmente ao STF é de 15 dias corridos, e começa a contar a partir do momento em que eles recebem e assinam a notificação da Corte. Após as análises das defesas e da denúncia da PGR, o ministro elabora seu voto e libera o caso para ser julgado pela Turma do Supremo, que, então, decidirá se abre ou não a ação penal contra Renan.

Acusação

Segundo a denúncia da Lava Jato, Renan teria recebido R$ 800 mil em propina por meio de doações da empreiteira Serveng. O deputado Aníbal Gomes foi denunciado junto com Renan. No pedido, o procurador-geral solicita ainda a perda das funções públicas dos parlamentares.

Em troca dos valores, Renan e Aníbal teriam oferecido ‘apoio político’ ao então diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa, que mantinha a empreiteira em licitações da estatal petrolífera.

Foram identificadas duas doações oficiais ao PMDB, nos valores de R$ 500 mil e R$ 300 mil, em 2010, operacionalizadas por um diretor comercial da Serveng, também denunciado.

A acusação aponta, ainda, que esses valores seguiram do Diretório Nacional do PMDB para o Comitê Financeiro do PMDB/AL e deste para Renan, mediante diversas operações fracionadas, ‘como estratégia de lavagem de dinheiro’.

Nesta semana, a Segunda Turma do Supremo aceitou a denúncia contra o senador Valdir Raupp (PMDB) por corrupção e lavagem de dinheiro, abrindo margem à tese da Lava Jato de que as doações eleitorais teriam sido utilizadas para lavagem de dinheiro.

Renan já é réu perante o STF em uma ação penal e alvo de outros 10 inquéritos, além desta denúncia sobre propina de R$ 800 mil. A reportagem não conseguiu contato com a assessoria da Serveng para comentar o caso. (AE)
Fonte: Diário do Poder
FOTO: EDILSON RODRIGUES/AG. SENADO)