Relógio Humano

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terça-feira, 10 de outubro de 2017

DEPUTADO BONIFÁCIO DE ANDRADA LÊ RELATÓRIO DE SEGUNDA DENÚNCIA CONTRA TEMER NA CCJ.


 

O deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), relator da segunda denúcia apresentada pela Procuradoria-geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer, faz a leitura de seu parecer diante da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.
O presidente é acusado de obstrução de Justiça e organização criminosa, ao lado dos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência).
Fonte: Diário do Poder

Foto:Renato Araujo

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

TEMER NÃO VAI PUNIR INFIÉIS, MAS PRIVILEGIAR VERDADEIROS ALIADOS




 O Planalto não pediu “lista” de deputados contrários ao presidente Michel Temer, na votação de quarta (2), por uma simples razão: já a tinha desde que se encerrou a sessão da Câmara. E não deve fazer retaliações: o principal objetivo, agora, é garantir o máximo possível de votos entre os 391 deputados filiados a partidos governistas para aprovar a reforma da Previdência. O governo precisa de 308 votos. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
O desafio de Temer é não retaliar aliados que votaram contra ele, mas também não desagradar aqueles que se expuseram para defendê-lo.

O presidente diz esperar a compreensão dos aliados: é hora de “ciscar para dentro” e garantir a aprovação das reformas.

Estão na mira dos defensores do governo os 21 tucanos e os 50 deputados de outros partidos aliados que votaram contra Temer.

O governo está otimista. Considera que quase todos os 71 “infiéis” de quarta-feira apoiarão a reforma da Previdência em nome do País.
Fonte:Diário do Poder


quinta-feira, 3 de agosto de 2017

TEMER PODERÁ DEFLAGRAR MINIRREFORMA MINISTERIAL

Após saltar a enorme fogueira da denúncia da Procuradoria Geral da República, o presidente Michel Temer vai se dedicar a cumprir acordos que negociou para garantir a vitória na Câmara, o que deverá implicar em uma minirreforma ministerial. Políticos que se beneficiaram do governo Temer e ontem votaram contra ele perderão espaço, e os respectivos partidos, como PSDB, podem até perder ministérios.
Fonte:Cláudio Humberto


terça-feira, 18 de julho de 2017

TEMER ESCAPOU DE 'AÇÃO CONTROLADA' ARMADA CONTRA ELE NOS EUA, DIZ JORNAL

EM NOVA YORK, TEMER PARTICIPARIA DE EVENTOS COMO ESTE, SOBRE OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTOS NO BRASIL. 

O presidente Michel Temer escapou de “ação controlada” armada contra ele em maio, na cidade de Nova York, mas ele cancelou de última hora a viagem que faria à cidade para participar da entrega do prêmio "Personalidade do Ano" ao prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), pela Câmara Americana de Comércio, em 17 de maio. A “ação controlada” a pedido de autoridades de investigação brasileiras. A informação foi publicada no jornal Valor Econômico nesta terça (18).
A operação foi armada, segundo o jornal, para gravar eventual conversa inapropriada de Temer com o dono da JBS, Joesley Batista, provavelmente em seu apartamento de cobertura na esquina da Quinta Avenida com a rua 51. Um eventual flagrante ajudaria o grupo JBS a se livrar das penalidades previstas na lei federal contra corrupção transnacional, a Foreign Corrupt Practices Act (FCPA). Um acordo de delação seria essencial para permitir a continuidade da empresa nos Estados Unidos.

A delação da JBS foi revelada um dia depois da cerimônia de entrega do prêmio. O então deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) estava em Nova York no evento em homenagem a Doria e também poderia ser objeto da ação controlada nos Estados Unidos, caso Temer estivesse na cidade e fosse agendado um encontro com Joesley.

Na cerimônia, Doria e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), elogiaram o presidente como condutor do processo de reformas no Brasil. Uma das razões do cancelamento da sua viagem a Nova York foi justamente a necessidade de o governo aprovar as reformas no Congresso.
FONTE:dIÁRIO DO pODER
(FOTO: LUIZ C. RIBEIRO)


quarta-feira, 12 de julho de 2017

CCJ DA CÂMARA COMEÇA FASE DE DEBATES SOBRE DENÚNCIA CONTRA TEMER


ANÁLISE DA ACUSAÇÃO É UMA DAS ETAPAS DO PROCESSO ANTES DE SEGUIR PARA VOTAÇÃO NO PLENÁRIO

 A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara começa nesta quarta (12) a fase de debate sobre a denúncia contra o presidente Michel Temer. A análise da acusação pelo crime de corrupção passiva apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra Temer pelos membros da CCJ é uma das etapas do processo antes de seguir para votação no plenário da Câmara.

Na última segunda (10), o deputado Sérgio Zveiter (PMDB-RJ) apresentou seu parecer com mérito favorável à admissibilidade da denúncia. Como os deputados fizeram pedido de vista, que é o tempo extra de análise de determinada matéria, o início da discussão foi adiado para hoje, depois de cumprido o prazo de realização de duas sessões do plenário.

A reunião está marcada para começar às 11h e deve se estender ao longo do dia. Em acordo firmado com lideranças da oposição e da base aliada ao governo, o presidente da CCJ, Rodrigo Pacheco (PMDB-RJ), ampliou o tempo de debate da denúncia.

Todos os 66 membros e seus respectivos suplentes poderão falar por até 15 minutos. Outros 40 deputados não membros da comissão (20 favoráveis à denúncia e 20 contrários) também terão direito à fala, por até 10 minutos.

Os oradores interessados devem fazer inscrição meia hora antes da reunião. A expectativa é que se forma uma longa fila de parlamentares na entrada do plenário da comissão e a discussão leve mais de 40 horas. Por volta de 8h, já havia cinco deputados da oposição e uma assessora parlamentar na fila para garantir o direito à fala.

Para evitar que a discussão se alongue muito, a base governista já sinalizou que pode pedir requerimento de encerramento de discussão, quando dez parlamentares já tiverem falado. O procedimento é previsto no Regimento Interno da Câmara, mas contraria o que foi acordado entre as lideranças da comissão

Encerrada a fase de debate, o parecer do relator poderá ser submetido à votação nominal dos deputados. O presidente da comissão espera que a deliberação ocorra até a sexta (14).

Se o parecer de Zveiter for aprovado pela maioria simples do total de 66 deputados da comissão, seguirá para a apreciação do plenário. Se for rejeitado, o presidente da comissão designará outro relator que deve apresentar um parecer com mérito divergente do relatório vencido. Se o novo parecer for aprovado, é este que seguirá para votação no plenário da Câmara.

A autorização dos deputados para que a denúncia contra um presidente da República tenha prosseguimento no Supremo Tribunal Federal é determinada pela Constituição Federal.

Denúncia

No inquérito, Janot acusa Temer de ter se aproveitado da condição de chefe do Poder Executivo e recebido, por intermédio do seu ex-assessor Rodrigo Rocha Loures, “vantagem indevida” de R$ 500 mil. O valor teria sido ofertado pelo empresário Joesley Batista, dono do grupo JBS, investigado pela Operação Lava Jato.

A defesa do presidente Michel Temer argumenta que as provas contidas na denúncia não são concretas e que o presidente não cometeu nenhum ilício. Temer classificou a denúncia de "peça de ficção" e questionou a atuação de Janot.
Fonte:(ABr)

(FOTO: ALEX FERREIRA/CÂMARA DOS DEPUTADOS)