O Hangar Convenções & Feiras da Amazônia implantou na
noite de sábado, 24, o projeto “Hangar Recicla”, uma iniciativa para despertar
a consciência ambiental nos frequentadores do centro de convenções. Na ação,
realizada em parceria com a ONG No Olhar logo após o show da banda mineira Jota
Quest, catadores de materiais recicláveis realizaram a coleta seletiva, pegando
as latinhas de cervejas e refrigerantes, papel e plástico.
“O bacana deste projeto do Hangar é criar a possibilidade
de geração de renda para estes catadores e despertar na sociedade a consciência
socioambiental. Preservamos somente o que conhecemos. Estes catadores estão
tentando trabalhar longe do lixão e esta iniciativa está contribuindo na luta
por uma melhor qualidade de vida”, comemora a coordenadora da ONG No Olhar,
Patrícia Gonçalves.
A quantidade de lixo que é produzida em cada evento no
centro de convenções é muito grande. “O Hangar já vinha pensando em estratégias
para incentivar a conscientização da reciclagem e há algum tempo vínhamos
realizando ações esporádicas para despertar nos promotores destes grandes
eventos que é necessário reciclar todo o resíduo que estes geram”, explica a
presidente da Organização Social Pará 2000, que administra o Hangar, Gabriela
Landé.
“Nosso objetivo, através desta iniciativa, é contribuir
para a geração de renda dos catadores envolvidos e despertar na sociedade a
importância de reciclar o lixo que geramos. O ‘Hangar Recicla’ será contínuo e
aplicado a todos os eventos que o centro de convenções venha a receber”,
destaca a presidente.
MUDANÇA DE ATITUDE
A coleta seletiva visa dar oportunidade de geração de
renda para os catadores e o despertar para sociedade sobre a importância de
pequenas mudanças de atitude. “Vemos nesta oportunidade além de um meio para a
sobrevivência e geração de renda. Estamos ajudando o meio ambiente e tentando
conscientizar as pessoas a não jogar tanto material no lixo e, sim, fazer a
coleta seletiva”, frisou o catador José Nunes Silva, de 33 anos.
Quando chegou ao Pará, há 12 anos, vindo do Ceará, José
Nunes Silva via no Estado a oportunidade de uma vida melhor. Assim como a
história de muitos brasileiros que saem de sua terra natal em busca de dias
melhores, a trajetória de José não foi diferente: deparou-se com o desemprego.
Foi então que o nordestino, buscou uma saída para manter a família: tornou-se
catador no lixão do Aurá, na Região Metropolitana de Belém. Ao lado da esposa Patrícia, 30 anos, o homem
simples, que estudou até a 5ª Série, tira do lixão a renda para manter os dois
filhos.
“Eu vejo a coleta seletiva como nossa principal renda. Do
lixão, dependendo do mês e do material, conseguimos tirar no mês, de R$ 400 a
R$ 500. Se no mês der bom, nós conseguimos mais ou menos R$ 800. Pagamos a
escola das crianças e do resto compramos a alimentação. É a lei da sobrevivência”,
conta o morador do bairro de Águas Lindas.
Hangar implanta projeto de reciclagem e estimula
consciência ambiental
O Hangar Convenções & Feiras da Amazônia implantou na
noite de sábado, 24, o projeto “Hangar Recicla”, uma iniciativa para despertar
a consciência ambiental nos frequentadores do centro de convenções. Na ação,
realizada em parceria com a ONG No Olhar logo após o show da banda mineira Jota
Quest, catadores de materiais recicláveis realizaram a coleta seletiva, pegando
as latinhas de cervejas e refrigerantes, papel e plástico.
“O bacana deste projeto do Hangar é criar a possibilidade
de geração de renda para estes catadores e despertar na sociedade a consciência
socioambiental. Preservamos somente o que conhecemos. Estes catadores estão
tentando trabalhar longe do lixão e esta iniciativa está contribuindo na luta
por uma melhor qualidade de vida”, comemora a coordenadora da ONG No Olhar,
Patrícia Gonçalves.
A quantidade de lixo que é produzida em cada evento no
centro de convenções é muito grande. “O Hangar já vinha pensando em estratégias
para incentivar a conscientização da reciclagem e há algum tempo vínhamos
realizando ações esporádicas para despertar nos promotores destes grandes
eventos que é necessário reciclar todo o resíduo que estes geram”, explica a
presidente da Organização Social Pará 2000, que administra o Hangar, Gabriela
Landé.
“Nosso objetivo, através desta iniciativa, é contribuir
para a geração de renda dos catadores envolvidos e despertar na sociedade a
importância de reciclar o lixo que geramos. O ‘Hangar Recicla’ será contínuo e
aplicado a todos os eventos que o centro de convenções venha a receber”,
destaca a presidente.
MUDANÇA DE ATITUDE
A coleta seletiva visa dar oportunidade de geração de
renda para os catadores e o despertar para sociedade sobre a importância de
pequenas mudanças de atitude. “Vemos nesta oportunidade além de um meio para a
sobrevivência e geração de renda. Estamos ajudando o meio ambiente e tentando
conscientizar as pessoas a não jogar tanto material no lixo e, sim, fazer a
coleta seletiva”, frisou o catador José Nunes Silva, de 33 anos.
Quando chegou ao Pará, há 12 anos, vindo do Ceará, José
Nunes Silva via no Estado a oportunidade de uma vida melhor. Assim como a
história de muitos brasileiros que saem de sua terra natal em busca de dias
melhores, a trajetória de José não foi diferente: deparou-se com o desemprego.
Foi então que o nordestino, buscou uma saída para manter a família: tornou-se
catador no lixão do Aurá, na Região Metropolitana de Belém. Ao lado da esposa Patrícia, 30 anos, o homem
simples, que estudou até a 5ª Série, tira do lixão a renda para manter os dois
filhos.
“Eu vejo a coleta seletiva como nossa principal renda. Do
lixão, dependendo do mês e do material, conseguimos tirar no mês, de R$ 400 a
R$ 500. Se no mês der bom, nós conseguimos mais ou menos R$ 800. Pagamos a
escola das crianças e do resto compramos a alimentação. É a lei da
sobrevivência”, conta o morador do bairro de Águas Lindas.

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Cleiton Palmeira.