Relógio Humano

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Hangar implanta projeto de reciclagem e estimula consciência ambiental




O Hangar Convenções & Feiras da Amazônia implantou na noite de sábado, 24, o projeto “Hangar Recicla”, uma iniciativa para despertar a consciência ambiental nos frequentadores do centro de convenções. Na ação, realizada em parceria com a ONG No Olhar logo após o show da banda mineira Jota Quest, catadores de materiais recicláveis realizaram a coleta seletiva, pegando as latinhas de cervejas e refrigerantes, papel e plástico.
“O bacana deste projeto do Hangar é criar a possibilidade de geração de renda para estes catadores e despertar na sociedade a consciência socioambiental. Preservamos somente o que conhecemos. Estes catadores estão tentando trabalhar longe do lixão e esta iniciativa está contribuindo na luta por uma melhor qualidade de vida”, comemora a coordenadora da ONG No Olhar, Patrícia Gonçalves.
A quantidade de lixo que é produzida em cada evento no centro de convenções é muito grande. “O Hangar já vinha pensando em estratégias para incentivar a conscientização da reciclagem e há algum tempo vínhamos realizando ações esporádicas para despertar nos promotores destes grandes eventos que é necessário reciclar todo o resíduo que estes geram”, explica a presidente da Organização Social Pará 2000, que administra o Hangar, Gabriela Landé.
“Nosso objetivo, através desta iniciativa, é contribuir para a geração de renda dos catadores envolvidos e despertar na sociedade a importância de reciclar o lixo que geramos. O ‘Hangar Recicla’ será contínuo e aplicado a todos os eventos que o centro de convenções venha a receber”, destaca a presidente.
MUDANÇA DE ATITUDE
A coleta seletiva visa dar oportunidade de geração de renda para os catadores e o despertar para sociedade sobre a importância de pequenas mudanças de atitude. “Vemos nesta oportunidade além de um meio para a sobrevivência e geração de renda. Estamos ajudando o meio ambiente e tentando conscientizar as pessoas a não jogar tanto material no lixo e, sim, fazer a coleta seletiva”, frisou o catador José Nunes Silva, de 33 anos.
Quando chegou ao Pará, há 12 anos, vindo do Ceará, José Nunes Silva via no Estado a oportunidade de uma vida melhor. Assim como a história de muitos brasileiros que saem de sua terra natal em busca de dias melhores, a trajetória de José não foi diferente: deparou-se com o desemprego. Foi então que o nordestino, buscou uma saída para manter a família: tornou-se catador no lixão do Aurá, na Região Metropolitana de Belém.  Ao lado da esposa Patrícia, 30 anos, o homem simples, que estudou até a 5ª Série, tira do lixão a renda para manter os dois filhos.
“Eu vejo a coleta seletiva como nossa principal renda. Do lixão, dependendo do mês e do material, conseguimos tirar no mês, de R$ 400 a R$ 500. Se no mês der bom, nós conseguimos mais ou menos R$ 800. Pagamos a escola das crianças e do resto compramos a alimentação. É a lei da sobrevivência”, conta o morador do bairro de Águas Lindas.
Hangar implanta projeto de reciclagem e estimula consciência ambiental
O Hangar Convenções & Feiras da Amazônia implantou na noite de sábado, 24, o projeto “Hangar Recicla”, uma iniciativa para despertar a consciência ambiental nos frequentadores do centro de convenções. Na ação, realizada em parceria com a ONG No Olhar logo após o show da banda mineira Jota Quest, catadores de materiais recicláveis realizaram a coleta seletiva, pegando as latinhas de cervejas e refrigerantes, papel e plástico.

“O bacana deste projeto do Hangar é criar a possibilidade de geração de renda para estes catadores e despertar na sociedade a consciência socioambiental. Preservamos somente o que conhecemos. Estes catadores estão tentando trabalhar longe do lixão e esta iniciativa está contribuindo na luta por uma melhor qualidade de vida”, comemora a coordenadora da ONG No Olhar, Patrícia Gonçalves.

A quantidade de lixo que é produzida em cada evento no centro de convenções é muito grande. “O Hangar já vinha pensando em estratégias para incentivar a conscientização da reciclagem e há algum tempo vínhamos realizando ações esporádicas para despertar nos promotores destes grandes eventos que é necessário reciclar todo o resíduo que estes geram”, explica a presidente da Organização Social Pará 2000, que administra o Hangar, Gabriela Landé.

“Nosso objetivo, através desta iniciativa, é contribuir para a geração de renda dos catadores envolvidos e despertar na sociedade a importância de reciclar o lixo que geramos. O ‘Hangar Recicla’ será contínuo e aplicado a todos os eventos que o centro de convenções venha a receber”, destaca a presidente.

MUDANÇA DE ATITUDE

A coleta seletiva visa dar oportunidade de geração de renda para os catadores e o despertar para sociedade sobre a importância de pequenas mudanças de atitude. “Vemos nesta oportunidade além de um meio para a sobrevivência e geração de renda. Estamos ajudando o meio ambiente e tentando conscientizar as pessoas a não jogar tanto material no lixo e, sim, fazer a coleta seletiva”, frisou o catador José Nunes Silva, de 33 anos.

Quando chegou ao Pará, há 12 anos, vindo do Ceará, José Nunes Silva via no Estado a oportunidade de uma vida melhor. Assim como a história de muitos brasileiros que saem de sua terra natal em busca de dias melhores, a trajetória de José não foi diferente: deparou-se com o desemprego. Foi então que o nordestino, buscou uma saída para manter a família: tornou-se catador no lixão do Aurá, na Região Metropolitana de Belém.  Ao lado da esposa Patrícia, 30 anos, o homem simples, que estudou até a 5ª Série, tira do lixão a renda para manter os dois filhos.

“Eu vejo a coleta seletiva como nossa principal renda. Do lixão, dependendo do mês e do material, conseguimos tirar no mês, de R$ 400 a R$ 500. Se no mês der bom, nós conseguimos mais ou menos R$ 800. Pagamos a escola das crianças e do resto compramos a alimentação. É a lei da sobrevivência”, conta o morador do bairro de Águas Lindas.

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Cleiton Palmeira.