A Estação das Docas se torna o espaço do folclore paraense
às sextas-feiras, graças ao projeto Por do Som, que divulga e fortalece a
cultura local. Nesta sexta-feira (19), quem encantou os visitantes do complexo
turístico foi o Balé Folclórico da Amazônia. O grupo é o mais ativo nos
festivais brasileiros, e já levou espetáculos para vários países. Na Estação,
eles apresentaram as “Danças Amazônicas”.
O espetáculo começou com as danças indígenas, passeou
pelas lendas amazônicas e terminou na ilha da Marajó, um dos locais com
manifestação cultural mais rica do Estado. O grupo apresenta danças inspiradas
no folclore paraense, com elementos da dança contemporânea em todas as
coreografias. É a mescla entre o tradicional e o moderno que faz com que Balé
Folclórico da Amazônia se destaque por onde passa.
Além das danças, outros fatores chamam a atenção do
público no espetáculo: os ricos figurinos e a quantidade de instrumentos usada
na apresentação. Os dançarinos têm as roupas confeccionadas para remeter à
região de onde a manifestação é originária e para dialogar com a grande
quantidade de elementos teatrais. As músicas usam instrumentos que vão desde o
coco até a guitarra eletrônica.
Para quem assistia à apresentação, o grande momento do
espetáculo foi a interpretação das lendas amazônicas. “Onde tem dança folclórica,
eu procuro estar. Acompanho as notícias dos eventos nos jornais e estou sempre
presente. A lenda do Boto foi o momento que mais despertou minha atenção no
espetáculo”, disse o aposentado Carlos Souza.
Para a dona de casa Regiane Santos, a melhor parte foi a
encenação da lenda da Vitória-Régia. “Esse espetáculo foi bem bonito. O
figurino chamou atenção, e as coreografias também, mas o que eu gostei mais foi
da lenda da Vitória-Régia. Os elementos que eles trouxeram foram muito bonitos
e envolventes”, comentou.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado pela sua opinião,
Este portal foi criado para que as informações aqui postada e no jornal impresso cheguem até voce com a máxima responsabilidade e agilidade
Cleiton Palmeira.